quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Por que os limites entre os estados dos EUA são “retos”?

Por que os limites entre os estados dos EUA são “retos”?                                                  
 A delimitação nos EUA não seguiu barreiras naturais, como rios e cadeias de montanhas.                    
As fronteiras são "secas" e retas para que as áreas sejam parecidas. 
Porque os territórios dos Estados Unidos foram organizados para facilitar a política, a economia e a administração do país. A formação do território americano não seguiu barreiras naturais, como rios e cadeias de montanhas, comuns em outros países. Em vez disso, os estados americanos têm fronteiras “secas” e retas, para que as áreas sejam parecidas. Assim, os estados ficam mais iguais entre si e disputam investimentos das empresas de maneira mais equilibrada. Mesmo assim, o maior estado, o Alasca, é 540 vezes maior que Rhode Island, o menor.                                                                                           
1) No período colonial, as 13 colônias já eram divididas em linhas retas. Com a independência do país, as colônias viraram estados e, em 1789, alguns deles cederam parte de sua área ao governo federal em pagamento por dívidas. Esses territórios, chamados de não organizados, eram administrados pelo governo federal enquanto não era definido o controle local.                               

 2) No século 19, a região a oeste era dividida entre Espanha, França, áreas sem dono e os próprios EUA usando fronteiras naturais, como rios e montanhas. O rio Mississippi, por exemplo, separava o território de Indiana e a Louisiana, que foi comprada da França em 1803. Os limites do país passaram a ser montanhas Rochosas a oeste e o rio Vermelho ao sul.                                                                   

  3) Em 1821, um tratado assinado entre EUA e Espanha definiu as fronteiras mais a oeste. Mais uma vez, as divisões eram retas, facilitando a fiscalização e evitando conflitos entre as duas nações. As áreas com divisões mais tortas eram as que ainda não eram estados consolidados (ou seja, com governo local), mas, sim, territórios federais.                                                                                           
 4) Na década de 1850, por meio de outro tratado, os EUA conquistaram o Oregon, que antes era administrado em conjunto com o Reino Unido. Além disso, com a independência do Texas e o fim da guerra com o México, mais terra veio para domínio americano. O país continuou sendo dividido em grandes quadrados de terra, separados apenas pelas montanhas Rochosas.                                             
5) A partir de 1867 os EUA continuaram dividindo grandes blocos em quadrados menores, além de comprarem o Alasca do Império Russo. Em 1959, incorporaram o Havaí. Hoje, dos 50 estados, poucos escapam às fronteiras retas. As exceções são os estados por onde passam os rios Mississippi, Missouri e Ohio, e pontos como a fronteira entre Idaho e Montana, guiada pelas Rochosas.                                                                                                                                                                                      Fonte da pesquisa:  https://mundoestranho.abril.com.br/geografia/por-que-os-limites-entre-os-estados-dos-eua-sao-retos/. Acesso ,08/02/2018,às 17:14h.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Mapas Históricos do Brasil

Capitanias Hereditárias

Tratado de Tordesilhas

Vice Reino

República

Brasil, país ou continente?

Brasil, país ou continente?

O território que constitui o Brasil representa 47% de toda terra emersa da América do Sul.

O Brasil possui um território de dimensões continentais com uma área de 8.547.403 quilômetros quadrados, dessa forma, é o terceiro em extensão territorial nas Américas, além disso, recentemente vem apresentando elevado crescimento econômico, enquadrando-se entre os principais nesse seguimento.
O território brasileiro representa 47% de toda terra emersa da América do Sul e 50% da população. Geograficamente, o Brasil está situado em um ponto privilegiado do continente sul-americano e é considerado uma potência, destacando-se no campo político e econômico. O país possui fronteira com grande parte dos países sul-americanos, salvo o Chile e o Equador, esse fator facilita as negociações comerciais e o fluxo de capitais e mercadorias.
Para o estabelecimento das fronteiras atuais foram necessários diversos acordos e tratados, os limites territoriais têm como objetivo indicar onde termina um país e inicia outro. Para delimitar é preciso utilizar linhas imaginárias que muitas vezes são marcadas por acidentes geográficos ou naturais (montanhas, rios etc.), e também existem aqueles criados pelo homem. As fronteiras são estabelecidas não somente em terra, mas também no oceano, no espaço aéreo e no subsolo.
Quanto à extensão do território, podemos analisar as extremidades do país de norte a sul e leste a oeste, no primeiro caso, do Monte Caburaí (Roraima) ao Arroio Chuí (Rio Grande do Sul) são registrados 4.395 quilômetros, já no segundo, da Serra da Contamana (Acre) à Ponta do Seixas (Paraíba) resulta em 4.320 quilômetros.

O Brasil não apresenta grandes desertos ou regiões geladas que possam impedir a ocupação do território como um todo, os inconvenientes existentes são provocados pela seca ou por enchentes, no entanto, isso poderia ser facilmente superado se houvesse um planejamento e vontade política para prevenir todos os possíveis acidentes decorrentes de acontecimentos climáticos.
O Brasil, em termos de localização geográfica, é um país ocidental, por se estabelecer a oeste do meridiano de Greenwich, além de 93% do território estar abaixo do hemisfério sul, esse fator influencia diretamente no tipo de clima apresentado, no caso, considerado como tropical.
Por causa da extensão da área brasileira e sua localização geográfica, há uma imensa variedade de plantas e animais (biodiversidade), o que garante uma grande riqueza de recursos naturais, que é utilizada para compor a economia do país. Além disso, a elevada temperatura de grande parte do território facilita o desenvolvimento da prática agrícola de praticamente todas as culturas.
Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Fonte :  Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
FREITAS, Eduardo de. "Brasil, país ou continente? "; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/brasil/brasil-pais-ou-continente.htm>. Acesso em 06 de fevereiro de 2018.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Poluição

    1. O que é Poluição:
Poluição é qualquer alteração provocada no meio ambiente, que pode ser um ecossistema natural ou agrário, um sistema urbano ou até mesmo em microescala. O termo poluição deriva do latim “poluere”, que significa “sujar”.
A poluição pode causar alterações das proporções ou das características de um dos elementos que formam o próprio meio ambiente. É o caso do aumento da concentração do dióxido de carbono ou gás carbônico naturalmente presente na atmosfera.
A poluição pode ser resultado da introdução de substâncias naturais, porém estranhas a determinados ecossistemas. É o caso do despejo de matéria orgânica no leito de um rio ou do derrame de petróleo bruto no mar.
 A poluição pode ser causada pela introdução de substâncias artificiais e, portanto, estranhas a qualquer ecossistema. Por exemplo: a deposição de agrotóxicos e de recipientes plásticos no solo e nas águas, o lançamento de elementos radiativos artificiais na atmosfera, no solo e nas águas.

Fonte de pesquisa :http://www.significados.com.br/poluicao/

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Evolução do Território Brasileiro

O Universo em uma única imagem

Veja o universo conhecido inteiro em uma única imagem

Por , em 17.01.2018


A imagem abaixo é uma concepção de escala logarítmica de todo o universo observável conhecido, com o nosso sistema solar no centro.
A obra foi criada pelo músico e artista Pablo Carlos Budassi, baseando-se em mapas logarítmicos do universo reunidos por pesquisadores da Universidade de Princeton, nos EUA, bem como imagens produzidas pela NASA graças a observações de seus telescópios e sondas espaciais.


Fonte :https://hypescience.com/o-universo-inteiro-em-uma-unica-imagem/

Poesia astronômica

Considerem  o Amor e a busca do Conhecimento as coisas mais fascinantes, inspiradoras e prazerosas que um ser humano pode sentir.

Gostar é algo inexplicável e inesquecível sentimento. Faz você crescer e ao mesmo tempo faz-nos perceber a pequena dimensão a que estamos submetidos, finitude de sabermos que somos humanos em um pequeno planeta perdido na imensidão do dinâmico e ordenado espaço-tempo quadridimensional, onde tudo é relativo, onde ao mesmo tempo nos sentimos infinitos, pois somos a direção do infinito em toda sua beleza e magia. Saber que esse infinito nos trará a nossa finitude na verdadeira e derradeira homogeneidade!

A plenitude do caos se impõe a cada dia. A ordem é uma quimera. Não se explica por meio da Lógica, da Física, da Matemática. As Ciências são inexatas, porque humanas, conhecimento incessante, mutável, transcendente, pequeno e ao mesmo tempo Universo. Em toda sua plenitude ele se impõe. 

As estrelas, a poeira da vida, o caos do submundo das catástrofes nucleares, o ser humano nesta jornada cósmica. Se impondo com sua poeira, seu sopro da vida, transformando e se tornando homem. Transformando e sendo transformado. Transforma-se em poeira. No submundo de partículas subatômicas, o retorno para gerar mais vida.

E quando a chama da vida tende a se apagar, recordemos a supernova que, ao mesmo tempo que explode, impõe o retorno a uma nova vida, difusa e constantemente eterna, a se agregar livremente, ao ermo da solidão do espaço-tempo, semeada pela intervenção das Leis Universais. Será Deus? Serão as leis do Caos? O que se esconde nessa dimensão invisível? Ele é etérea? Por que continua irradiando vida?

Ricardo Souto (Associação de Astrônomos Amadores da Bahia)