segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Hino Nacional Brasileiro - letra



Ouviram do Ipiranga as margens plácidas 
De um povo heróico o brado retumbante, 
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, 
Brilhou no céu da pátria nesse instante. 

Se o penhor dessa igualdade 
Conseguimos conquistar com braço forte, 
Em teu seio, ó liberdade, 
Desafia o nosso peito a própria morte! 

Ó pátria amada, 
Idolatrada, 
Salve! Salve! 

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido 
De amor e de esperança à terra desce, 
Se em teu formoso céu, risonho e límpido, 
A imagem do cruzeiro resplandece. 

Gigante pela própria natureza, 
És belo, és forte, impávido colosso, 
E o teu futuro espelha essa grandeza. 

Terra adorada, 
Entre outras mil, 
És tu, Brasil, 
Ó pátria amada! 
Dos filhos deste solo és mãe gentil, 
Pátria amada,
 Brasil!

 II 
Deitado eternamente em berço esplêndido,
 Ao som do mar e à luz do céu profundo, 
Fulguras, ó Brasil, florão da América, 
Iluminado ao sol do novo mundo! 

Do que a terra mais garrida 
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
 "Nossos bosques têm mais vida", 
"Nossa vida" no teu seio "mais amores". 

Ó pátria amada, 
Idolatrada, 
Salve! Salve!

 Brasil, de amor eterno seja símbolo 
O lábaro que ostentas estrelado, 
E diga o verde-louro dessa flâmula - 
Paz no futuro e glória no passado. 

Mas, se ergues da justiça a clava forte, 
Verás que um filho teu não foge à luta, 
Nem teme, quem te adora, a própria morte. 

Terra adorada
 Entre outras mil,
 És tu, Brasil, 
Ó pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil, 
Pátria amada, 
Brasil! 

Fontes:
Imagem : google.com.br
Hino: http://www2.planalto.gov.br/acervo/simbolos-nacionais/hinos/hino-nacional-brasileiro-1

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

ABAPORU


Abaporu é um vocábulo substantivo masculino formado pela junção de três palavras da língua tupi-guarani: aba, que significa homem, pora, que significa gente e ú, que significa comer. Assim sendo, o significado de Abaporu é “homem que come gente”, um sinônimo de antropófago.

A obra Abaporu é uma pintura a óleo sobre tela da artista brasileira Tarsila do Amaral pintada em 1928. Casada na época com o escritor Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral pintou o quadro Abaporu para presentear o marido em seu aniversário.

O nome Abaporu foi criado por Oswald de Andrade e pelo também escritor Raul Bopp.

O movimento cultural conhecido como Antropofagia tem como símbolo o quadro Abaporu, que faz referência à influência da cultura estrangeira na arte brasileira.

Com o Movimento Antropofágico, os artistas brasileiros do início do século XX se propunham a criar uma arte tipicamente brasileira, que pudesse verdadeiramente representar a cultura do país; a cultura estrangeira é absorvida e abrasileirada, passando a traduzir a essência cultural do Brasil.

As obras de Tarsila do Amaral são dedicadas ao Brasil e à brasilidade; o Abaporu é, dentre as pinturas de Tarsila do Amaral, a mais famosa.

A tela Abaporu, cujas dimensões são 85 cm de altura por 73 cm de largura, hoje se encontra no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, o MALBA. É o quadro brasileiro mais valorizado no mercado de arte interacional; foi vendido por US$ 1,5 milhão para o colecionador Eduardo Constantini em 1995.

Alguns críticos de arte sugerem que o Abaporu de Tarsila do Amaral foi uma releitura de O Pensador, de Rodin, estando então, inserida no contexto do Movimento Antropofágico.

O Abaporu mostra um ser solitário, de pés muito grandes e cabeça muito pequena. A posição em que a figura se encontra guarda semelhança com a postura de O Pensador. O Abaporu representa o brasileiro, cujo trabalho braçal recebe mais importância do que o trabalho intelectual, por isso o corpo gigantesco e a cabeça diminuta. O homem brasileiro é assim retratado como ligado à terra, com seus pés plantados no chão; o nativo selvagem que usa suas habilidades e sua força para extrair da terra sua subsistência.

As cores da pintura sugerem uma referência à bandeira do Brasil.




FONTE :https://www.significadosbr.com.br/abaporu

domingo, 12 de julho de 2015

ÁGUA





“Cerca de 71% da superfície da Terra encontra-se coberta de água e, deste total, 97% são águas oceânicas”. "3% geleiras, rios, lagos , fontes subterrâneas, na atmosfera, misturado ao solo, etc". 









Ciclo da água.




Dia a Dia






















 

sábado, 4 de julho de 2015

INDEPENDENCE OF THE UNITED STATES


INDEPENDENCE OF THE UNITED STATES
"We hold these truths self-evident, that all men are created , endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are life, liberty and the pursuit of happiness."





In the name of equality


With its history linked to the defense of freedom and equal rights of men, the United States conquered the land of fame opportunities and, even today, are a major immigrant destination countries worldwide.
Characteristics of political education in the United States, which has become an economic and military power, with great influence .




The English colonial policy


The thirteen English colonies in North America had a lot of autonomy from their metropolis, unlike the Spanish and Portuguese colonies. He began to change in the second half of the eighteenth century.
Production system, passing to demand more raw materials for industries and the expansion of the market for their products.
Another factor that contributed to the change of the English colonial policy was the unfolding of the Seven Years War (1756-1763) in the Americas. AInglaterra had to bear the high costs of war.





The Crown enacts new laws




To recover the financial losses caused by the Seven Years War and increase control over its colonies, the English Crown created several taxes that generated great dissatisfaction among the colonists.

In 1764 it was enacted the Law of sugar, also known as Revenue Act. In 1733, the English Crown had tried, with the Molasses Act.
In the year 1765, it was issued the Law Seal.
In 1767, the Townshend Act.
Tensions between the colonists and the British government increased with the Tea Act, May 1773.

Colonial reactions against the Tea Act were intense. The best known manifestation, the Boston Tea Party took place on the night of December 16, 1773.
In response, the British government took drastic measures, which became known as the Intolerable Acts.
Reactions against the metropolitan government were located. The autonomy of the thirteen colonies and the economic and social differences between them generated different attitudes towards the idea of independence.


quinta-feira, 2 de julho de 2015

ALGUNS PERSONAGENS DO DOIS DE JULHO


PERSONAGENS DO DOIS DE JULHO





Joana Angélica



Joana Angélica de Jesus nasceu em Salvador, em 12 de dezembro de 1761. Aos 20 anos, entrou como franciscana para o Convento da Lapa. Na época das lutas pela independência, ocupava pela segunda vez a direção do convento. No dia 19 de fevereiro de 1822, os portugueses atacaram o forte de São Pedro e os quartéis da Palma e da Mouraria, vizinho ao convento.

Na investida ao quartel, soldados tentam invadir o recolhimento das freiras acreditando que havia soldados brasileiros e armas escondidos no local. Sóror Joana Angélica posta-se à porta diante dos soldados para impedir a invasão. A frase “Recuai ou penetrareis nesta casa passando por sobre o meu cadáver” ficou famosa e determinou o destino da irmã.

A abadessa foi atacada a baioneta e morreu no dia seguinte, 20 de fevereiro de 1822. Por causa do ato heroico, a avenida ao lado do Convento da Lapa foi batizada com o seu nome.





Cochrane

Thomas Alexander Cochrane, conhecido como Lord Cochrane, foi convidado por D. Pedro e José Bonifácio para lutar a frente dos navios brasileiros durante os conflitos de independência do Brasil na Bahia, em finais de 1822. O inglês desembarca no Rio de Janeiro em 13 de março de 1823, aos 48 anos de idade, e em março é nomeado Primeiro Almirante da Marinha Imperial. A partida para a Bahia acontece em 1 de abril. No dia 4 de maio de 1823, a esquadra brasileira enfrenta 13 navios lusitanos, perde a primeira batalha e é obrigada a fugir. Os problemas iam da precariedade dos navios à falta de habilidade da tripulação. Os navios comandados por Cochrane eram tripulados por portugueses, escravos, ingleses, norte-americanos e pessoas apanhadas nas ruas do Rio de Janeiro. Sua atuação na Bahia foi pequena por causa disso. Por sua atuação durante a guerra de independência, o almirante recebeu o título de Marquês do Maranhão e condecorado com a medalha Grã Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul.




Labatut


O francês Pedro Labatut foi contratado por D. Pedro I para liderar e organizar o Exército Pacificador e por fim aos conflitos entre brasileiros e portugueses nas lutas pela independência na província da Bahia. Comandante de vários exércitos da América Latina nas guerras pela independência da Espanha, Labatut veio para organizar grupos armados dispersos, sob comando de civis, e transformá-los num exército forte, disciplinado e leal ao imperador.

Foi Labatut quem entregou o ultimato ao brigadeiro Madeira de Melo, militar português nomeado pelo reino, para deixar a província da Bahia. O general ganhou glória na vitória imposta aos portugueses na famosa Batalha de Pirajá. Foi nessa batalha, em 8 de novembro de 1822, que o corneteiro Luis Lopes, após receber a ordem de tocar retirada, deu o sinal de avançar, que terminou na vitória dos brasileiros.

Mas o general entrou em conflito com os senhores de engenho da Bahia ao determinar a libertação de alguns escravos para integrar o Exército Libertador. Foi afastado, deposto e preso, acusado de cometer violências contra senhores de engenho. Labatut morreu na Bahia em 24 de setembro de 1849, como marechal de Campo do Exército Brasileiro. Apesar da prisão, recebeu a medalha de guerra da Independência na Bahia.

Maria Felipa

Maria Felipa de Oliveira foi figura importante na defesa da Ilha de Itaparica dos portugueses. Descrita como uma negra alta e audaz, liderou e organizou a resistência da população insular. A heroína negra da Independência, como é conhecida, foi responsável por organizar o envio de mantimentos para o Recôncavo e pela comando dos grupos que faziam a vigilância das praias para evitar as invasões portuguesas.

Nas batalhas, ajudou a incendiar embarcações como a canhoneira Dez de Fevereiro, em outubro de 1822, na praia de Manguinhos, a barca Constituição, também em outubro daquele ano, na Praia do Convento. Em janeiro de 1823, liderou mulheres na defesa da praia, em Itaparica, armada com peixeiras e galhos de cansanção (uma planta abrasiva comum na região) enfrentou os portugueses.

Com a independência, Maria Felipa continuou a desafiar o status quo. Na cerimônia de hasteamento da bandeira nacional na Fortaleza de São Lourenço em Ponta das Baleias, Felipa invade a Armação de Pesca de Araújo Mendes, português abastado, e surram o vigia Guimarães das Uvas.




Maria Quitéria

Maria Quitéria pediu ao pai, Gonçalo Alves de Almeida, permissão para ingressar no Regimento de Artilharia em Cachoeira, mas sua pretensão foi negada. Com a ajuda da irmã, veste as roupas do cunhado José Cordeiro de Medeiros, e se apresenta aos Voluntários do Príncipe D. Pedro, conhecido como "Batalhão dos Periquitos", por causa da gola verde do uniforme.

O Major José Antônio da Silva Castro, avô do poeta Castro Alves, comandante do batalhão, aceita a voluntária e Quitéria é incorporada à tropa.

O soldado Medeiros, como foi ao se alistar, travou batalhar em Ilha de Maré, Barra do Paraguaçu e na cidade do Salvador nos caminhos da Pituba, Itapuã e Conceição. Por sua coragem, recebeu do general Labatut o posto de primeiro cadete e decreto Imperial promoveu Maria Quitéria a alferes de linha. Em 1996, foi reconhecida como Patronesse do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.




Caboclos


Dois heróis anônimos fazem parte do panteão do 2 de Julho. O Caboclo aparece em 1824, quando a população, para comemorar a vitória, enfeita uma carreta tomada do inimigo em Pirajá e desfila com um índio da Lapinha ao Terreiro de Jesus.

A imagem atual foi esculpida em 1826 e desfila até os dias de hoje. A Cabocla só surge no desfile em 1846. As elites tentaram trocar o índio agressivo pela índia meiga, inspirada em Catarina Paraguaçu.

A resistência popular não permitiu e as duas imagens participam do cortejo. O Caboclo vestido como guerreiro, matando a serpente com sua lança, e a Cabocla Catarina acolhendo o português Diogo Álvares Correia, o Caramuru.

O 2 de Julho sempre foi tenso em Salvador. As comemorações, durante o Império, incluíam o que os soteropolitanos chamavam de "mata-marotos", ou saques às casas dos portugueses.

Na República, as elites baianas chegaram a retirar os caboclos do desfile, mas sempre que isso acontecia a população não participava da festa, que se esvaziava, organizando o desfile em outras datas.

Nas comemorações do centenário, em 1923, os caboclos não desfilaram. Para que a festa não se esvaziasse, colocaram no cortejo a imagem do Senhor do Bonfim.

Apesar da pressão, a tradição popular resistiu ao longo dos anos e os caboclos continuam a desfilar no 2 de Julho. "Chorar no pé do Caboclo” tornou-se jargão do baianês para representar uma reclamação ou queixa.








Fonte : http://www.atarde.uol.com.br/2dejulho/index.html#personagens


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Música popular no Brasil do século XVIII


O lundu também é resultado dessa mistura entre Europa e África no Brasil do século XVIII. Ele era tocado na Bahia, no Rio de Janeiro e em Pernambuco e estava ligado às práticas religiosas dos escravos.

Na medida em que se distanciava desse contexto religioso e se misturava com outros gêneros musicais, o lundu começou a ser apreciado pela crescente população urbana da colônia.

A modinha surgiu nessa mesma época. De origem incerta, ela fez muito sucesso no Brasil e em Portugal. O principal representante da modinha no século XVIII foi o poeta e compositor Domingos Caldas Barbosa.

Filho de uma angolana com um português, Domingos era mulato. Graças a seu talento, conseguiu reconhecimento social no Rio de Janeiro e em Portugal. Tornou-se popular na corte portuguesa durante o reinado de D. Maria I, tocando nos salões lundus, cantigas e modinhas.


Domingos Caldas Barbosa, em litografia que ilustra a primeira edição do livro Viola de Lereno, de 1798.
No Brasil dessa época, uma das formas encontradas pelos negros para derrubar as barreiras criadas pela escravidão e pelo preconceito era revelando suas habilidades na música, na dança e nas artes em geral.

Lundu, gravura de Johann Moritz Rugendas publicada no livro Viagem pitoresca ao interior do Brasil, de 1835. Biblioteca Municipal Mário de Andrade, São Paulo.
 
 


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Origem do Natal II

O Natal tem História...


Durante os três primeiros séculos da nossa Era os cristãos não celebravam o Natal. Na Bíblia, não há referências sobre o dia do nascimento de Jesus Cristo, nem recomendações para esse dia fosse celebrado, como seriam seus aniversários de morte e ressurreição.
Portanto, ao contrário do que muitos acreditam, a origem do Natal não está no nascimento de Jesus. A festa natalina tem origem pagã, associada às comemorações denominadas Saturnália e Brumália.
A Saturnália, festa em homenagem ao deus romano Saturno, ia de 17 a 24 de dezembro. Era uma comemoração alegre, com muita dança, em que ricos e pobres conviviam igualmente, com os senhores servindo os servos, numa inversão de papéis.
No dia 25 de dezembro, imediatamente após a Saturnália, comemorava-se a Brumália, o nascimento do deus-sol, ou "o nascimento do Sol Invicto". A data, para eles, no Hemisfério Norte, coincidia com o solstício de inverno, dia "mais curto do ano", com menos horas de luz. A partir do solstício de inverno, as noites começam a diminuir, e os dias a aumentar.
Em tempos remotos, os persas também tinham seus deuses inspirados no sol, e comemorações nos dias 24 e 25 de dezembro.
No dia que corresponde ao nosso 24 de dezembro, os persas queimavam o seu deus Agni, construído a partir de um tronco de árvore, e colocavam outro, novo, em seu lugar.
Com o novo deus, os dias começavam a aumentar porque, segundo supunham, o seu deus jovem estava cheio de vigor para produzir dias maiores. Adoravam-no então com diversas solenidades aparatosas e sacrifícios humanos.
No dia seguinte celebravam um estranho ritual: no templo onde ficava o deus Agni, havia uma fresta na cortina do lado oriental, por onde penetrava o sol ao amanhecer. Os raios iam incidiam na parte posterior da cabeça do sacerdote, que era dotado de uma careca espelhada. Ao refletirem-se nela projetavam-se num espelho em forma de sol, e daí incidiam no deus feito de madeira.
Já a festa germânica pagã do solstício do inverno, a Yule, tinha como costumes principais os grandes banquetes, a folia, a troca de presentes, os enfeites e as árvores.
E como da comemoração da Saturnália e da Brumália chegamos ao Natal cristão?
Veja o que conta a "Nova enciclopédia de conhecimento religioso de Schaff-Herzog" (The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge):
"As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidas pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século IV os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século IV), que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."


Fonte :http://www.educacaopublica.rj.gov.br/cultura/folclore/0015_01.html